E-mail: gilbertomusto@uol.com.br
Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Sistema MEGA
 Dep Marcos Montes
 Mídia G. Comunicação


Siga-me no
 


Mônica é a oitava integrante do CQC

A atriz venceu o concurso e é a mais nova integrante da atração

O CQC (Band) escolheu seu oitavo integrante. Trata-se de Monica Lozzi, que vai inaugurar o apelido “mulher de preto”. Monica tem 27 anos, é atriz e nasceu em Ribeirão Preto. A jovem venceu Carol Zoccoli, de 31 anos, que é humorista e vive na cidade de São Paulo, informou o R7



Escrito por Gilberto Musto às 01h38
[] [envie esta mensagem
] []





Obama ainda argumenta sobre inclusão do seguro no orçamento

AFP

George Stephanopoulos presidente da rede ABC entrevista Obama no Salão Roosevelt da Casa Branca

 Dizer aos americanos para obter o seguro saúde não é absolutamente equivalente a ter um aumento de impostos, Obama disse a ABC "This Week".

"O que se diz é que não vamos mais ter outras pessoas carregando fardos por você", disse Obama, e exemplifricou: "Agora todo mundo na América que tem o seguro automóvel vai considerar um aumento de impostos?"

Obama enfrenta um enorme desafio político e de comunicação em vender o seu plano de saúde como debates do Congresso paraexpor como pagar por tudo.

Ele disse a "CBS" Face the Nation", que ele vai manter sua promessa de não aumentar os impostos sobre as famílias que ganham até US $ 250.000,00 por ano e que muitos dos projeto final - centenas de bilhões de dólares nos próximos 10 anos - podem ser alcançados a partir de uma poupança dentro do sistema atual. Chegando-se com as sobras que pode ser um obstáculo para o legislativo que ainda não digeriu bem essa inclusão do valor no orçamento.

Obama colocar o seu apoio por trás da idéia de taxar os empregadores que oferecem planos de seguro de alto custo e beneficiá-los com outros incentivo, o que mudaria o sistema tributário americano, que funciona tão bem até o momento.



Escrito por Gilberto Musto às 14h29
[] [envie esta mensagem
] []





Novo livro de Dan Brown é sobre Maçonaria

Na Inglaterra existem cercade 8 mil lojas maçônicas

The Lost Symbol, o novo romance de Dan Brown, trata sobre a busca de "antigos mistérios" ocultos em Washington, DC pelos maçons.

 

Porém o romance faz do livro um retrato fiel do grupo fraterno? Isso foi amplamente discutido ontem na Inglaterra.

 

Havia previsões de que The Lost Symbol iria antagonizar os maçons, da mesma forma que o autor fez com a Igreja Católica quando editou  O Código Da Vinci.

Mas, longe de atacar os maçons, seu novo trabalho descreve-os como benignos e incompreendidos.

 

O protagonista Robert Langdon, um especialista em símbolos maçônicos, tentou quebrar uma série de pistas enigmáticas relacionadas aos segredos maçônicos ocultos em alguns dos edifícios mais famosos de Washington. No início do romance, ele tenta explodir o que ele diz serem os mitos que cercam a Maçonaria.

 



Escrito por Gilberto Musto às 09h26
[] [envie esta mensagem
] []





CSS: Nem com jeitinho vai

O imposto sobre emissão de cheque e movimentação financeira

 

A Contribuição Social para a Saúde, reinventada para suprir o rombo nos cofres públicos deixado pela extinção da CPMF, aquele imposto sobre a emissão de cheques e movimentação financeira, não deve passar na Câmara dos Deputados.

Em tempos de preparação para campanha eleitoral, os deputados não vão colocar a mão nesta cumbuca. Porém, Lula, que está meio desacorçoado com a queda de Dilma nas pesquisas, esta tentando colocar o imposto, pois a rentabilidade é imensa, mas não está encontrando aliados para defender a idéia.

Dos poucos a favor o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) diz que a mobilização está ocorrendo por meio das entidades do setor de saúde, mas concorda que é muito difícil mobilizar o país inteiro.

Importante frisar que, se adiantasse dar dinheiro ao setor de saúde neste país, poderíamos até concordar, mas infelizmente, o setor é falido e não há dinheiro que chegue. A solução é possuir um plano de saúde particular, como a maioria da população já o tem.  



Escrito por Gilberto Musto às 09h41
[] [envie esta mensagem
] []





ITAIPAVA com Barrichello

Walter Faria em jantar com amigos, na sexta feira anunciou parceria com a Brawn

Em um jantar que participamos nesta sexta, em São Paulo, com  Walter Faria presidente da Cervejaria Petrópolis, o empresário nos informou que fechou contrato para patrocinar a Brawn, escuderia da Fórmula 1 que tem como destaque o piloto brasileiro Rubens Barrichello.

Segundo o empresário, o contrato é o início de uma negociação um pouco maior. Neste momento está fechado apenas o Grande Prêmio do Brasil que acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de outubro no autódromo de Interlagos em São Paulo.

A marca da cerveja será a Itaipava que vai ser colocada no carro de Barrichello.

A Cervejaria Petrópolis produz também a Crystal, outro produto que vem ganhando mercado há anos e conquistando um público de todas as idades.

 



Escrito por Gilberto Musto às 10h48
[] [envie esta mensagem
] []





Faço questão de frizar

Lula usou o MST para se eleger e agora o montro volta-se contra o criador

Uma quadrilha que pertence ao MST continua pressionando os políticos, em Brasilia, para aumentarem o IPA com o objetivo de poder resultar em maior número de terras a ser invadidas "dentro da lei".

Em minha opinião a invasão dos sem terra, nunca foi e nunca será dentro da lei. Em primeiro lugar não são sem terra. A maioria deles estão em um acampamento em busca de ganhar alguma coisa. Pois possuem dotes nas cidades de onde vieram.

Em segundo lugar, não se faz invasão na medida que o custo pode ser até vida de funcionários dos proprietários, que, sob ordem de "restaurar a ordem" promovem confronto onde a maioria, são os que se organizam durante a noite para invadir na madrugada.

Lula que eleitoralmente utilizou a bandeira do MST para lhe render votos, agora vira as costas para essas criaturas, produto do criador. 



Escrito por Gilberto Musto às 19h38
[] [envie esta mensagem
] []





Bottura contra o “Toque de Recolher”

 

O engenheiro Bottura processa Evandro Pelarim, 8 Desembargadores, 1 Ministro, e diversos Juízes

 

Quando minha equipe me trouxe a pauta sobre quem era o reclamante da ação movida contra o Juiz Evandro Pelarim, iniciamos uma busca implacável sobre tudo o que se relacionava com o sr. Luiz Eduardo Bottura, morador há 2 anos na cidade de Anaurilândia – MS,  com cerca de 8 mil habitantes

 

 

 Com dois computadores e dois laptops, em instantes conseguimos formar a rede de informações sobre o cidadão que é dono de 900 ações que ele propõe contra qualquer um que ele ache ter cometido um ato o qual ele não compartilha da mesma opinião.

 

 

 A juiza Maria Izabel do Prado que condenou a dona da Daslu, Eliana Tranchesi a 94 anos de prisão, o ministro do STJ Joaquim Barbosa que discutiu em plenário com o ministro Gilmar Machado, mais 8 desembargadores do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul e agora o juiz Evandro Pelarim, são “cafés pequenos” perto dos 400 outro processos que sua empresa do ramo de informática e ele próprio com mais 500 processos, movem a tudo e a todos. Nestes ele aparece como reclamante.

 

 

 Do outro lado, aos quais ele aparece com réu, os números não são muito diferentes. Segundo a revista ISTO É DINHEIRO ele mergulha em uma vasta quantidade de ações onde chegou a ser preso e liberado posteriormente.

 

 

 Hoje as informações completas estão na edição do BOM DIA.     www.sistemamega.com

 



Escrito por Gilberto Musto às 01h14
[] [envie esta mensagem
] []





Ivete Sangalo diversifica marketing e produtos

O lançamento da grife será em Novembro

Já tem data para nascer a linha de produtos de vestuário de Ivete Sangalo: será no dia 17 de novembro, cinco semanas depois do nascimento do seu primeiro filho.

Ivete lançará sua grife em parceria com a Lojas Riachuelo. Serão fabricados desde calças e blusas até lingerie, moda praia e calçados - dá para vestir-se de Ivete da cabeça aos pés,  para quem achar que deve.

A fabricação será das indústrias têxteis do grupo Guararapes, dono da Riachuelo. A expectativa é de vender 50 milhões de reais em doze meses.



Escrito por Gilberto Musto às 08h27
[] [envie esta mensagem
] []





Casou e vai morrer

"I take each step carefully because I know I am going to sacrifice myself "
"Tomo cuidado a cada passo, porque eu sei que vou me sacrificar"

Há um cessar-fogo em Gaza, mas a BBC encontrou evidências de grupos militantes se preparando para um retorno à violência. Um grupo, a Jihad Islâmica, tem o treinamento bombistas suicidas inclusive para mulheres.
Correspondente no Oriente Médio Paul Wood foi se encontrar com uma mulher palestina que se voluntariou.
A mulher jovem estava sentado quieta aguardando o quarto alvoroço em torno dela, ou seja a hora de se suicidar.

A bandeira negra da Jihad Islâmica foi fixada na parede atrás dela e duas espingardas Kalashnikov foram cuidadosamente colocadas e armadas. Seu marido, um combatente da Jihad Islâmica próprio, amarrou na cabeça dela a inscrição "mártir".

Umm Anas - nome fictício da garota- tinha acabado de se formar a partir de um programa para treinar mulheres-bomba em Gaza. 
O encontro foi um evento de propaganda orquestrada estabelecidos pela Jihad Islâmica. Era quase teatro - e certamente Israel acusa a liderança palestina de manipular as mulheres jovens como 18 anos a agir como Umm Anas.

No entanto, casada há pouquíssimo tempo, embora nervosa mostrou-lhe o anel de casamento, para não parecer apenas uma cifra.
Ela foi articulada - mais do que os homens e está organizando e participando do evento - "ela sabia de sua própria mente" disse seu marido.



Escrito por Gilberto Musto às 14h43
[] [envie esta mensagem
] []





Desocupados querem aumento do IPA para invadirem dentro da lei

Ricardo Stuckert/PR

O presidente LULA  que usou o MST para se eleger no primeiro mandato agora pena com a classe de desocupados que querem invadir o Brasil produtivo

Na região noroeste do estado de São Paulo, mais precisamente em Araçatuba existe o Mega acampamentos de pessoas que se dizem "sem terra" mas deixam suas propriedade na cidade, lojas e pequenas empresas, para se juntarem ao movimento que já levantou mais de R$ 43 milhões de 2003 a 2007 e querem mais.

Agora o MST está no Congresso, tentando aumentar o Índice de Produtividade Agrária, para as propriedades que não atigirem este índice, serem invadidas "dentro da lei" que foi criada com um objetivo e o tiro saiu pela culatra. Advogados renomados, deputados e outros, se juntam ao MST sob ORGs para "distribuirem" o dinehri odo governo federal e inclusive de entidades internacionais que imaginam estar colaborando. 

Como diz o jornalista Boris Casoy: "Isso é uma vergonha" mais que isso é apodrecimento damoral e do carater dos trabalhadores comuns.



Escrito por Gilberto Musto às 16h07
[] [envie esta mensagem
] []





Exclusividade nas informações

acesse:  www.twitter.com/gilbertomusto

 

Pelo Twitter, agora, as informações são extremamente exclusivas pela velocidade e pela forma de postá-las, além de serem reduzidas, dando oportunidade a informação veloz e segura, de onde se esteja.

Siga-me no twitter e saiba muito antes de tudo ser noticiado. Reflita sobre as informações de bastidores e posteriormente acompanhe pelos nossos veículos, MEGA site, Revista MEGA e jornal BOM DIA, o desenrolar dos fatos e  acontecimentos.

Follow me  www.twitter.com/gilbertomusto  



Escrito por Gilberto Musto às 20h52
[] [envie esta mensagem
] []





A entrevista aos jornalistas

Foi com a frase "é preciso ficar de boca fechada" que a entrevista da Época com o jornalista Gay Talese (republicada abaixo) prendeu minha atenção e me fez avaliar os estudantes que em breve sairão do curso que a FEF promove na área de comnunicação e lamento pela falta de interesse de uma maioria que deverá terminar o curso e se projetarem no mercado de trabalho que cada dia fica terrivelmente mais difícil.

O comprometimento, como meu editorial na revista MEGA deste mês focou, é a grande arma secreta que um jornalista pode utilizar. Ter fontes vale mais que um excelente texto. Ter network humana vale mais que o Google e ter objetivo para utilizar o trabalho como tranpolim para o objetivo e não ele ser o objetivo, são dicas valiosas para ser ter algum sucesso.

O jornalista tem que viver veículo, 24 horas por dia. o jornalista tem que respirar informação e troca de informações, até quando dorme em um avião ou ônibus. De uma simples conversa, retira-se sua melhor pauta. A pauta diferente, a que ninguém teve aquele feeling e voce sim. Jornalismo é muito além do jardim.



Escrito por Gilberto Musto às 20h44
[] [envie esta mensagem
] []





AOS ESTUDANTES DE JORNALISMO E NOVATOS NA PROFISSÃO

“É preciso ficar de boca fechada

 

 O jornalista, em Paraty, concedeu esta entrevista a revista Época e diz que ouviu da mãe, dona de uma loja, a lição que o ajudou a formular seu método de trabalho

ÉPOCA – Onde você lê as notícias?
Gay Talese –
Recebo o The New York Times em casa e o leio todos os dias. Levo duas horas, é uma leitura muito cuidadosa.

ÉPOCA – Não usa a internet?
Talese –
Não. Nem para usar e-mail.

ÉPOCA – Não teme que esse ritual matutino esteja com os dias contados, com a crise que atingiu seu jornal preferido?
Talese –
Não tão rápido! Ainda não tenho certeza de que ele não tem salvação.

ÉPOCA – Mas a crise é um fato, certo?
Talese –
Acho que o jornalismo, e não o Times, está sendo ameaçado pela internet. E o principal motivo é que a internet faz o trabalho de um jornalista parecer fácil. Quando você liga o laptop em sua cozinha, ou em qualquer lugar, tem a sensação de que está conectado com o mundo. Em Pequim, Barcelona ou Nova York... Todos estão com a bunda sentada olhando para uma tela de alguns centímetros. Pensam que são jornalistas, mas estão ali sentados, e não na rua. O mundo deles está dentro de uma sala, a cabeça está numa pequena tela, e esse é seu universo. Quando querem saber algo, perguntam ao Google. Estão comprometidos apenas com as perguntas que fazem. Não se chocam acidentalmente com nada que estimule a pensar, ou a imaginar. Às vezes, em nossa profissão, você não precisa fazer perguntas. Basta ir às ruas e olhar as pessoas. É aí que você descobre a vida como ela realmente é vivida.

ÉPOCA – A internet é incapaz de chegar a essa “vida como ela é”?
Talese –
Alguém precisa levantar a bunda da cadeira e ir para a rua. O bom jornalismo é feito na rua.

ÉPOCA – Se o caminho da profissão não é a internet, que futuro você imagina para o jornalismo?
Talese –
A minha concepção de jornalismo sempre foi a mesma. É descobrir as histórias que valem a pena ser contadas. O que é fora dos padrões e, portanto, desconhecido. E apresentar essa história de uma forma que nenhum blogueiro faz. A notícia tem de ser escrita como ficção, algo para ser lido com prazer. Jornalistas têm de escrever tão bem quanto romancistas.

ÉPOCA – É uma exigência sua?
Talese –
Eu sei que é difícil... Mas jornalismo não é fácil. Em nossa profissão, o que vem fácil não é bom. Jornalismo bem feito é muito difícil. Se é fácil, qualquer um pode fazer. Se qualquer um pode fazer, você precisa ser especial.

ÉPOCA – Você é a favor de um diploma universitário para exercer a profissão?
Talese –
Tenho ouvido que, no Brasil, essa é uma discussão atual. Um diploma? Não... Para fazer jornalismo você precisa ser curioso, ter disposição para sair às ruas e ter paciência para ouvir as pessoas. Se você fizer a mesma pergunta dez vezes para a mesma pessoa, vai ouvir dez respostas diferentes. As pessoas mentem. E você precisa de tempo para buscar a verdade no que elas dizem. Se você não tem tempo para ouvir, não está comprometido com a profissão. Isso a faculdade não ensina.

ÉPOCA – Jornais e revistas impressos são a forma ideal para publicar notícias?
Talese –
Espero que sim. Não sei o que acontecerá em 20 anos, mas acho que a leitura, seja de um jornal ou de um romance, é uma maneira fantástica de aprender as coisas. Não sei se realmente importa onde você está lendo. Você pode ler em um Kindle (livro digital), ou na tela de um computador, ou na televisão, como faço todas as noites. Mas eu não vejo as notícias que quero na TV. Ela vive de fatos como protestos no Irã, ou um ataque terrorista no Afeganistão, ou a queda de um avião. Um bom jornal e uma boa revista vão além disso. Ainda não sabemos, por exemplo, o que derrubou aquele avião da Air France. Ainda não sabemos exatamente o que matou Michael Jackson. Aos poucos, repórteres investigativos vão descobrir, indo para as ruas, falando com as pessoas, perguntando várias vezes. Eu não sei se os blogueiros farão isso.

ÉPOCA – Você foi consagrado como um dos ícones do new journalism, que é justamente a aplicação desse ideal de jornalismo que você tem. Se não foi na faculdade, onde aprendeu isso?
Talese –
Minha mãe foi minha influência. Ela tinha uma loja de roupas e queria saber quem eram as mulheres para quem ela estava vendendo vestidos. Para saber como elas realmente queriam se vestir, minha mãe precisava saber quem essas mulheres eram, o que sabiam sobre elas próprias e sobre a vida. O que ela fazia era uma entrevista, um talk show. E eu estava ali vendo. Eu com 10 anos e elas perto dos 50.

ÉPOCA – O que você aprendeu?
Talese –
Aprendi a importância de ouvir pessoas comuns. Aquelas não eram pessoas famosas. Eram apenas pessoas comuns com dinheiro para comprar vestidos. Não eram contadoras de histórias, atrizes ou dramaturgas. Eram pessoas da cidade, com histórias para contar da cidade. Sobre o que aconteceu ontem, sobre a economia, sobre os parentes que foram para a guerra, sobre o declínio da moral na sociedade... E minha mãe me ensinou que é importante ficar de boca fechada. Em entrevistas, é comum ouvirmos perguntas enormes, quase discursos, e, quando o entrevistado começa a falar, é logo interrompido.



Escrito por Gilberto Musto às 00h27
[] [envie esta mensagem
] []





A PUBLICIDADE É MUTÁVEL E INIGUALÁVEL

 

Com o final das apresentações simultâneas de várias palestras sobre a “Semana da Internet” aqui em New York, a conclusão que facilmente se chega é que, nós brasileiros, estamos muito bem. Atualizados, juntos com as inovações e ainda propondo novidades pelos nosso websites postados na rede mundial de computadores.

 

A publicidade, tema muito focado na semana, propõe computação gráfica, sem minimizar a participação de atores e ainda a necessidade máxima de excelentes dubladores que terão cada vez mais espaço no mercado.

 

Desenhos e recursos em 3D fazem a festa na rede e filmes cada vez mais bem produzidos serão à saída das agências que utilizarão a NET cada dia mais para atrair seus consumidores.

 

Incrível é que a produção de banco de dados para que o “cliente” se cadastre e atualize seus dados, caminha com igual importância ao anúncio, pois com seu perfil automaticamente e corretamente traçado, o apelo de produtos e recursos de propaganda serão cada vez mais bem focado e com resultados incríveis ao despertar o desejo de consumo pelos produtos anunciados de acordo com o que cada um prefere.

 

A Times Square é um exemplo claro disso. Com o metro quadrado mais disputado do mundo, milhões de pessoas transitam por aquele retângulo onde a exploração de imagem e recursos visuais, sem áudio, fazem do “mercado” até o mais visitado ponto turístico de New York.

 

Quem ainda tem dúvidas sobre a performance e importância da internet em um futuro bem próximo para coordenar a maioria dos nosso movimentos e facilitar, além de agilizar uma série de atividades que outrora até fila precisávamos pegar, que se prepare.



Escrito por Gilberto Musto às 09h17
[] [envie esta mensagem
] []





O MUNDO NÃO GIRA SEM WEB

 

Amanhã acaba a Internet Week. Pelo menos para mim que tenho marcado o vôo para o Brasil no sábado de manhã. Aos que ficarem restam ainda alguns encontros no café da manhã para as despedidas finais. Americano gosta muito de celebrar o início e o fim de eventos como este.

 

Na pauta de hoje a comunicação de dados em altíssima velocidade e os computadores que funcionarão via celular e com toques dos dedos tomaram conta dos comentários.

Ter um laptop será coisa do passado. Armazenar seus arquivos em discos rígidos, será como ressuscitar o diskete de 5 ¼, lembra?

 

Nada disso. Você não terá mais computador com todos os seus dados, você será membro de um servidor “nas nuvens”, como será chamado e, terá seus arquivos em alguma empresa que você escolher e pagará para esse serviço. Mas a vantagem é que de qualquer lugar, de qualquer computador ou celular, você terá todos os seus arquivos, não precisando necessariamente estar no seu computador pessoal, que de pessoal não terá mais nada.

 

Sei que todos nós brasileiros somos apegados a algumas cosias como, carro, celular, e computador, mas esses bens não terão mais valor quando se tratar desse novo conceito apresentado hoje. Desprendimento é a palavra que você ouvirá e usurá muito.

Também estive nos estúdios da NBC uma das mais importantes rede de televisão norte americana. Pude realizar uma visita técnica onde foi me mostrado a questão de transmissão externa onde a rede é a que mais se destaca na cobertura de eventos esportivos, principalmente.

 

Metodologia de trabalho e conexão com o link externo quando abre ao vivo para o estúdio é algo que exige um profissionalismo e comprometimento com a empresa que deixa qualquer um imaginando como será na copa do mundo de 2014, quando a gente vai estar na fita.

 

 



Escrito por Gilberto Musto às 08h08
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]